Eu me chamo Silvana tenho 36 anos e moro com um casal de filhos
Sou catadora a sete anos e já sofri muito com essa profissão e já cheguei ser ameaçada com uma arma por um policial.
Eu queria que o poder público pudesse valorizar a minha profissão. A minha renda por semana é de 50 reais quase num da nem para minhas filhas pedem as coisas e sinto uma dor no peito de não poder dar a elas.
De dia trabalho dentro da cooperativa e a noite vou para rua pegar materiais recicláveis.
Existem dois decretos que não são cumpridos pelas autoridades ea lei da prefeitura que contrata as cooperativas, mas não dá apoio. A reciclagem para min. é muito importante a minha filha não tem vergonha de min. de ser catadora. Nós não temos licença para trabalhar e a prefeitura nos deu um prazo de 24 horas para tirar o material da cooperativa se ela fechar minhas filhas e eu passaremos fome. E está trabalhando fui obrigada a prestar serviços comunitários para não pagar 100 reais por dia, para não fechar a cooperativa
Esse foi um depoimento que eu peguei de uma catadora num evento expo catadores que reuniu catadores de todo mundo.
A realidade dela me comoveu muito pelo pouco que tem consegue sustentar a duas filhas e a si própria e é feliz sobre tudo e pensa nos seus companheiros de luta.
Então leia esse email com atenção e reflita sobre tudo que vai fazer no dia
Obrigado!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
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